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quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Continuando com minha busca por palavras-chave

Continuo à procura da palavra perfeita. Veja onde isso começou.

O Google tem uma ferramenta para encontrar palavras-chaves relevantes para atrair visitantes. Fiz alguns testes com meus blogs e sites e o que mais aparece é: GANHAR DINHEIRO. Achei estranho. Afinal, não falo disso por aí. Mas acho que deve ser porque eu já uso o AdSense em todos eles, daí o Google fez a relação.

Depois de testar um monte de sites dos outros, testei o próprio pai da criança: o Google.com.br

O resultado me fez mudar totalmente o foco do que eu estava pesquisando. Dá uma olhada na tabela abaixo, onde eu listei os 5 melhores resultados em 3 categorias: ganhar dinheiro, casa e dinheiro. Os números são do mês de Outubro/2009.

Resultado para Palavras-chave relacionadas a ganhar dinheiro:

Palavra-chave                Volume de pesquisa

ganhar dinheiro                368.000
ganhar dinheiro internet        40.500
ganhar dinheiro em casa         14.800
ganhar dinheiro facil           14.800
ganhar dinheiro pela internet    8.100

Resultado para Palavras-chave relacionadas a em casa:

trabalhar em casa               74.000
trabalhe em casa                40.500
dinheiro em casa                40.500
trabalhando em casa             22.200
trabalhos em casa                8.100

Resultado para Palavras-chave relacionadas a dinheiro:

dinheiro internet               60.500
ganhe dinheiro                  40.500
quero dinheiro                  40.500
fazer dinheiro                  33.100
dinheiro facil                  27.100 *

* Esse é o campeão. "dinheiro facil", de preferência sem o acento.

Se você prestou atenção na tabela acima, viu que o que mais as pessoas querem é "ganhar dinheiro", depois elas querem "o dinheiro" e por último elas querem "trabalhar". Não precisaria de mais comentário, mas eu não resisto.

Eu entrei nessa onda de monetização de sites e blogs, pra não tirar do bolso a manutenção e hospedagem. Mas tenho meu emprego "com carteira assinada" e não conseguiria viver sem ter um trabalho certo. Agora, dá pra perceber que tem muita gente (mas muita mesmo) querendo viver na maciota.Tem neguinho (gente, indivíduo, cidadão) que, se pudesse, vivia só de sombra e água fresca.

Eu não "ganho" salário, eu troco minhas horas "livres" por dinheiro. Quem leu alguns livros de administração sabe em qual estudo essa troca é mencionada. Mas, para uma boa parte, o primeiro pensamento é ganhar dinheiro, depois vem a preocupação de trabalhar pra receber renda.

Pois é.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Robin Williams e as Olimpíadas no Brasil

Só agora a pouco fiquei sabendo do fato.

Minha opinião: apenas uma piada infeliz - uma gafe. Se fosse dita entre amigos, beleza. Mas alguém público e num programa que é assistido em várias partes do mundo, inclusive o Brasil, não se poderia cometer uma gafe dessas. No geral, tem muita gente lá em cima que não faz ideia de como a comunicação se globalizou e ficam achando que os programas são exibidos apenas por lá. Mais ou menos o que acontece aqui com Rio-SP em relação ao resto do País – principalmente a Record, que acha que tudo é São Paulo.

O pessoal já vem pra cima pra dizer que ele é viciado e que foi inveja porque Chicago perdeu. O fato de o cara ser viciado e se foi dor-de-cotovelo não muda nada. O que muda é a postura de um País e uma cidade diante de tal declaração. O que o COB, o Rio e o Brasil vão fazer? Se o que ele falou teve repercussão, o Rio deve dar uma resposta que tenha a mesma força na mídia.
Se quisermos ser respeitados, no mínimo tem que haver uma retratação, de preferência no progama do Letterman.

Eu gosto do ator e pra mim foi uma grande decepção. Mas eu seria um que o boicotaria como forma de demonstrar minha indignação. Mas no momento não poderia protestar, já que não tem nenhum filme à vista com ele participando.

Embra eu pense isso tudo, minha última fala é: "já não basta tanta coisa errada que se faz nessa terra, ainda tem a maldita propaganda negativa que se fez com relação ao turismo (Rio, lugar de bunda abundante e festa). Pelo jeito vai levar anos pra desfazer essa imagem.

Achado não é roubado? É sim!

Sempre que encontro algo na rua, me coloco na situação de quem perdeu. Se for algo identificável, como documento, cheque, agenda, etc, tento localizar pela internet, lista ou ligando para algum telefone que esteja anotado.

Para a maioria das pessoas o primeiro e único passo é entregar aos Correios. Eu não gosto de fazer isso porque o processo entre eles receberem e a nformação estar disponível ao interessado, é muuuuuito lento. Aliás, os Correios já mereceram meus elogios, hoje em dia eu só falo mal. Mas isso é outro assunto.

Já pensei em criar um serviço de informação para achados e perdidos. Embora diga-se que é errado dizer "achados e perdidos" porque primeiro "perde-se" e depois "acha-se", eu acho correto. Porque, em se tratando de um serviço, eu posso usá-lo para informar que achei um talão de cheques e outra pessoa usar para encontrar o seu cartão de crédito. Entendeu? Não? Quero dizer que não precisa existir uma relação entre o objeto perdido e o objeto encontrado. Ainda não entendeu? Deixa pra lá!

Nossa, como eu viajei. A idéia era falar sobre o achado "com valor". Então, vamos retomar o rumo.

Um de meus enteados falou esses dias que um amigo achou um celular. Eu perguntei se ele achou o dono. Ele respondeu que não. Disse que tirou  chip e está usando o aparelho. Minha sobrinha fez a mesma coisa um tempo atrás. Falta a tal da empatia - se colocar no lugar da outra pessoa que perdeu.

O que diz a lei?
Como muita gente não aje pela ética, vamos a uma abordagem legal. O que diz a lei sobre "achados de valor"?  Pesquisei e achei esse site: www.BoletimJurídico.com.br. Aliás, site muito bom, o qual já consultei algumas vezes. Num texto muito bem escrito, porém longo, destaquei o que interessa. Diz o seguinte:

"O Código Civil, na norma do art. 1.233 e seguintes, ..." "...nos informa: aquele que achar coisa alheia deve devolvê-la ao dono ou ao legítimo possuidor. Na falta desses, a coisa deve ser entregue à autoridade competente."

Neste meu caso eu preferiria contrariar a lei e ficaria com o objeto pra mim pois, na hipótese de não encontrar o dono, jamais entregaria à "autoridade competente" por razões óbvias.


Mas, a questão se "achado é roubado" é
******Mercadorama, documentos encontrados.

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Males da inclusão digital

Estou nessa onda de internet desde o tempo que o termo "surfar" era muito usado, isso vem lá de 1994, eu acho. Só como assinante do UOL eu estou há mais de 10 anos. Aliás, acho que mereceria algumas regalias, mas eles nem sabem que eu existo.

Apesar de estar há muito tempo por aqui (na web), não sei o quanto gostaria e poderia saber. Falta de tempo, equipamento, saco, etc. Mas, na medida do possível, sempre estou procurando aprender, pesquisando, lendo... Sempre tive configurações modestas no PC, o que não me impedia de fazer bom uso. Conheço muita gente que quando vai comprar seu primeiro PC, quer o mais top. Pra que? Mal sabem usar o Word e o Excel! Na questão segurança, uma desgraça. Vivem com vírus! E é essa questão que me trouxe hoje aqui pra escrever - a tal da "inclusão digital". Oh maldição.

Dá até medo quando leio as previsões "otimistas" sobre a quantidade de brasileiros que ainda vão entrar no mundo virtual e fazer as "cagadas" reais. Com o perdão da palavra, a expressão é essa mesma. O pessoal vai entrando nesse mundo e vai fazendo uma besteira atrás da outra.

Um exemplo é o Orkut. Quando era algo restrito, de amigo pra amigo, era legal. Depois foi entrando o Waldicleison, o Washintom Alexandre, a Dhayany Maria a Lydyana Letícia e as coisas começaram a estragar. Tá, é isso mesmo. Independente do tema "Internet" essa gente com nome cheio de "y" e "w" é o fim. Como diria a celebre frase da também celebre personagem Bianca, é a treva. Já passei fome e andei de pé descalço, por isso acho que pobreza não é desculpa pra burrice. Não aceito a ignorância e a falta de noção dessa gente burra.

O que são aqueles scraps cheios de estrelinhas e corações, com fundo musical de passarinho e música clássica? É muito chato e isso me afastou do Orkut, entre outras razões.

Então vamos imaginar o futuro bem próximo. Fico pensando: se a propagação de vírus está grande, como estará num futuro bem próximo? Lembro do tempo em que os anti-vírus eram atualizados toda quarta-feira. Hoje devem estar se ajustando de hora em hora.

Com a entrada dessa fatia da população que mal sabe escrever com lápis e papel, o que eles vão fazer com a internet brasileira?

Por isso vou deixar mais uma vez um recado que eu tento espalhar aos quatro cantos:

1) antes de reenviar uma mensagem de promoção da Nestlé, Boticário, Microsoft, Ericsson, Motorola, corrente da menina com Epidermose Bolhosa, desaparecidos, dicas de segurança, etc, verifique se ela é verdadeira. Para isso, selecione um trecho da mensagem e jogue para o Google pesquisar. Se for (e deve ser) uma mensagem falsa, já terá alguma informação publicada;

2) se receber uma mensagem e for reenviar, apague o endereço de quem te enviou. Se quem te enviou não teve o cuidado de mandar como cópia oculta (CCO) todos os seus amigos, limpe todos os destinatários antes de repassar;

3) se você está escrevendo uma nova mensagem e vai enviar a várias pessoas, use a cópia oculta (CCO) SEMPRE. A não ser que seja uma lista de discussão, onde todos trocam mensagens com todos, mas esses casos são menos comuns.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Quem não deve, não teme. Mentira!

Em um País onde a justiça e a polícia pensam que são deuses, essa frase é totalmente mentirosa.

Envolva-se em um acidente de carro com um carro de um policial, promotor, juíz ou mesmo um mero funcionário dos respectivos órgãos e verá que estou falando algo certo.

Apesar de não dever nada, eu morro de medo da polícia. Se o policial não gostar do jeito que você olha pra ele, pronto. É motovo pra ele te "enquadrar".

Policial, plítico, juíz e promotor quando se envolveram em assassinatos não estão "nem aí" pras consequências.

Claro que um vez ou outra alguém paga pelos erros, mas são casos raros. Não acredito na polícia, Não acredito no judiciário.

Quando querem defender as classes, muitos dizem que "os bons pagam pelos maus". Eu acredito no contrário. Acredito que alguns poucos bons profissionais ainda conseguem fazer parecer que essas profissões são dignas."

É nisso que eu acredito. É assim que eu penso, até que provem o contrário. Ah, e não vai ser um caso de dignidade isolado que vai me fazer mudar de opinião.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Gírias e expressões, alguém tem que começar

Um certo dia no Orkut, comecei uma discussão sobre gírias e coisas do gênero.

A questão era sobre um tópico com o título "Gírias Curitibanas". Falaram tanta besteira nesse tópico que eu entrei pra ver se o pessoal se tocava. Pra se ter uma idéia, colocaram que "da massa" era uma gíria curitibana. É óbvio que questionei e levantei a questão da dificuldade de se encontrar a origem dessas expressões. Convenhamos, "da massa" tá mais pra Rio que qualquer outra parte.

A questão é que ALGUÉM tem que começar a falar alguma gíria ou expressão e as outras pessoas vão pegando e espalhando. E tem como descobrir quem começou? Acho que não. Eu sou muito invocado com essas coisas, até comprei aquele livro do Marcelo Duarte, o Guia dos Curiosos. Li algumas vezes mas ainda continuo achando difícil que algumas coisas que estão ali sejam realmente a verdade.

Mas, tem algumas coisas que eu não lembro de ter ouvido alguém falar antes de mim, mas um certo dia eu falei e agora é comum ouvir. Só a título de informação, tenho 42 anos.

Algumas das coisas que eu lembro de ter falado "do nada" são:
"transmimento de pensação" - para "transmissão de pensamento"
"pediu pra ser chato e entrou várias vezes na fila" - Chato pode ser trocado por vários outros adjetivos, como feio, por exemplo.

Sabe aquele ditado "A gente ganha pouco mas se diverte"? Eu costumo inverter: "A gente se diverte mas ganha pouco". É uma coisa meio pessimista, mas é só uma brincadeira. A primeira vez que eu me lembro de ter falado isso foi numa apresentação em sala na aula de ARH (administração de Recursos Humanos), onde a gente tinha que mostrar imagens e brincadeiras relacionadas ao ambiente de trabalho.

Tem uma nada cultural, mas pegou. Quando entram na minha sala perguntando onde está determinado funcionário e ele foi no WC, digo que "foi na casinha" ou "está na casinha". Se está demorando pra voltar, respondo que "foi passar um fax". Isso eu devo ter falado a primeira vez lá pelos anos 90.

Livre e espontânea pressão. Você já ouviu isso. Eu falei isso sem ter ouvido antes. Foi numa situação real mas eu não lembro mais qual foi.

Há mais ou menos uns 10 anos eu substituí os parênteses para informar o código de área por colchetes. Fica mais elegante e mas prático para digitar, pois não usa o Shift. De (41) passei a escrever [41]. Bem belhor.

Por hora é o que eu lembro, mas tem mais.